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APARAS DE ESCRITA: REVISORES, REVISORES, AI DEUS I U É

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quarta-feira, maio 02, 2007

REVISORES, REVISORES, AI DEUS I U É



Comemorouce à pouco tempo o "dia do livro".
Em bora eu não seija da queles que vívem agarados ao paçado, não concigo deichar de me intrestesser com o desaparcimento dos proficionais que dávão pêlo nome de revizores.

No tempo em que hezistião rebizores, os libros ostentávão, urgolhosamente, os seus nómes na fôlha de rôsto.
Para além diço, cada libro tinha uma irrata que pirmetia ao leitôr corregir as gralhas que tivecem paçado ao crivo do rivizor.
Hôje, sem rewspêito pelo leitôres, nem irrta, nem rebizor.
Salvo poucas e onrosas iditoras, a meioria concidera o libro como um ovjéto descartábel, que cumpre a mição logo que é vendido, ou seija, logo que se traduz em denheiro em caxa para o iditor.]idições há que, de tam desleichadas, se tornam 1 oltrage ao autôr, tantos e tal pêzo ção os êrros que tornam muintas das suas pájinas elegíveis.
O lúquero, a preção do dinheiro fácel, transformárão o libro num atentádo há culktura.
Muitas das tradussões são pécimas, porque não básta duminar uma língua estrangeira para ser um bom tradotor – é pressizo sabês falar e escrever Português, o que muintos dos tradotores não estão há altura de faser. Tradozir letra a letra é simples; captare o hâmagu da escrita nã é para todus.
Despejados que foram, injostamente, os revizores para o caichote do licho, para o desimprego, para o esquecimento, como desneceçários, inoportunos pelos custos, o livro tornou-se, em dimasiados casus, um ajente de contra-cultura.
Dece paçado, de revizores conpetentes, enstruídos, conhecedôres da Língoa, muitas vêzes mais duque os autôres, tenho saodade.
Aque fica a minha divida de gratidam para com eces aprimoradores da Língua Portuguesa.
Votos cinceros re que regrecem, para que testos como êste não poçam jamais ser o relicário de desparates ortográfecos que este é, por nam ter tidu rebizor.

2 Comments:

At sexta-feira, maio 11, 2007 8:23:00 da tarde, Anonymous Filomena Melo said...

Caro José Luis Farinha,
Anda uma pessoa pulando desprevenida e tanquilamente de blog em blog (é para isso que servem os links) quando, de repente, se vê confrontada com uma série de erros ortográficos. O meu coração apertou-se, ia-me dando um "fanico", como se dizia antigamente e só sossegou quando vi que tanto erro era impossível ser involuntário. Não faça isso, pode ser responsável por uma tragédia. E para isso, já existem os jornalistas das televisões...
Um abraço

 
At quarta-feira, maio 16, 2007 6:27:00 da tarde, Blogger José Luiz Farinha said...

Minha Cara Leitora Filomena Melo,
Espero que se tenha já refeito do susto que, sem querer, lhe preguei.
Esse texto dirige-se, precisamente às pessoas que sabem ler e escrever Português, como é o seu caso, e, ao mesmo tempo, pretende ser um alerta/revolta contra o desprezo a que a escrita, transformada em objecto de consumo descartável, está sujeita por aqueles que se dizem editores e melhor fora que se chamassem vendedores de papel impresso...
Que me desculpem os outros, para quem vai o meu reconhecimento pela obra feita.
Un abraço do José Luiz Farinha

 

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